quinta-feira, 17 de março de 2011

A simbologia e a intimidade do casamento celta - site Delas - iG

Cerimônia baseada nos costumes do antigo povo europeu valoriza os laços familiares e a ligação com a natureza
Camila de Lira, iG São Paulo 10/03/2011 16:21

A noiva usa um vestido clean e flores no cabelo. O noivo, um terno menos quente; pode até optar por uma bata. A cerimônia é muito melhor aproveitada se feita de dia e ao ar livre. Parece um casamento meio hippie? Pense melhor: a descrição define uma cerimônia com base em uma antiga cultura europeia: a celta. E ela pode ser mais interessante do que se imagina.

A primeira coisa a chamar atenção é a pessoa que realiza a cerimônia: uma mulher. De acordo com a sacerdotisa Tanya Althea, a tradição celta era passada de mulher para a mulher. “A força do feminino é muito grande neste casamento. Na cultura celta, a energia do universo é tomada como a energia feminina da deusa. Uma energia capaz de fecundar e criar”, diz Tanya.

A simbologia do feminino é uma das muitas presentes nesse tipo de cerimônia. A ritualista Beatriz Moura Leite celebra este tipo de casamento há quase 15 anos e afirma que os objetos usados no casamento simbolizam os sentimentos exaltados pela cerimônia. A entrada dos noivos, por exemplo, tem um significado especial no casamento celta. “O caminho até o altar significa a vida que eles viviam antes de se encontrarem. Um pouco antes do altar, tem uma mandala construída com elementos essenciais para o casal. Este ponto, onde o noivo deve esperar a noiva, representa o ponto de união, o momento da vida em que eles se encontraram”, explica Beatriz.

O cálice presente no altar representa a energia feminina. O noivo pode entrar levando um bastão de canela, representante da energia masculina. Durante a cerimônia, os elementos se misturam criando o equilíbrio necessário, segundo Tanya. Um pouco antes da troca de alianças, as mãos do casal são entrelaçadas com uma fita. O laço representa a ligação que o casal deve ter quando casados. “Tudo tem um significado”, diz a sacerdotisa. “Nada dentro dessa cerimônia é por acaso”, completa Beatriz.

Cerimônia participativa
Os padrinhos e pais têm papel ativo dentro deste tipo de cerimônia. A função dos padrinhos é trazer elementos que fortaleçam o casamento. Nos casamentos celebrados por Tanya, por exemplo, eles levam objetos que simbolizem os quatro elementos. Uma cesta de pães simboliza a terra; água de cheiro, a água; incensos representam o ar e a vela representa o fogo.

Nas cerimônias de Beatriz, os padrinhos entram depois dos noivos, levando pequenos presentes que representam sentimentos. “As pessoas que iam nas antigas festas celtas levavam o que tinham de melhor. Este preceito se mantém e os padrinhos levam aquilo que têm de melhor para os noivos: a alegria, a prosperidade, a luz, o amor e a vida”, diz Beatriz.

Os pais também recebem reverências nesta cerimônia. De acordo com Beatriz, a figura dos ancestrais era bastante cultuada entre os celtas. Por isso, em certo momento do ritual, cada pessoa do casal fala diretamente para seus pais.

Na tradição celta, os próprios noivos fazem seus votos. Tudo isso torna a cerimônia bastante íntima e personalizada. “O casal recebe muito afeto e carinho, além de também se manifestar. A nossa vida é muito corrida é claro que amamos as pessoas em nossa volta, mas não falamos muito isso”, comenta Beatriz. O ritual representa uma oportunidade para isso.

Forças da natureza
Apesar de não ser estritamente necessário, as celebrantes recomendam que a cerimônia aconteça em contato com a natureza. Elas frisam a importância dos elementos naturais para o equilíbrio da cerimônia. A disposição das cadeiras e do altar também deve ser pensada. “O altar deve ser virado para o norte, pois significa o lugar que todo mundo procura”, afirma Tanya.

A natureza também pode estar presente nas flores que ornam o cabelo das noivas. Segundo Tanya, o arranjo de flores é importante por representar a beleza viva da mulher.

Roda da vida
De acordo com a filosofia celta, cada ano que passa tem um ciclo de vida próprio. “Por isso é importante o casal renovar os votos do casamento a cada ano”, diz Tanya. Não precisa refazer a cerimônia toda, apenas reafirmar seus votos a dois, em um ambiente íntimo. “Eles vão ‘re-casar’ e renovar a validade emocional e energética do casamento”.

“A cultura celta vê as estações do ano como uma roda viva e procura comemorá-la a cada mudança de estação”, completa Beatriz. A ideal para um casamento celta? A primavera. “Antigamente, a primavera era o tempo de celebração dos casamentos de novos casais e comemoração da vida daqueles que já estavam casados. Mas acho uma coisa difícil de manter nos tempos atuais”, finaliza a sacerdotisa.

Um casal que eu AMO ficou noivo!

Com direito a solitário e tudo, minha querida amiga e nossa madrinha de casamento Carol G., muito em breve, se juntará ao time das casadas!

Parabéns queridos Carol e Diego! Ficamos muito alegres e estamos já contando os dias para brindar com vocês o grande dia! Chega logo 2012!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Noivado: Para Convidados - Site Mulher Digital

O noivado é voltado para as duas famílias do casal e pode até agregar outros convidados como, por exemplo, os amigos mais íntimos. Isto é, os convidados são aquelas pessoas mais presentes e íntimas na vida do casal: a família e os amigos mais próximos. Há aqueles que gostam de fazer do noivado uma grande festa e chamam muitos convidados. O que os convidados precisam saber sobre o noivado?

O certo é que se você estiver indo como o convidado e se a celebração for apenas o noivado não se usa levar presentes. Assustou? Especialmente porque no Brasil, os noivos realizam chá de panela (ou similares) antes do casamento e o próprio casamento, em que os convidados já presenteiam o casal. Se foi convidado para o noivado, planeje-se e saiba como dar o presente de casamento.

Porém, é importante ressaltar que é sempre muito educado que os convidados levem flores ao casal com um cartão de felicitações e entreguem no noivado. Se quiser ser gentil com os noivos, faça isso. Há aqueles convidados que gostam de presentear assim mesmo. Se você é um desses, opte por dar peças do enxoval de casamento. Só que isso é realmente desnecessário e pouco comum.

Agora em alguns casos, os noivos optam por fazer o noivado junto com o chá de panela. Nesse caso, você tem que presentear o casal e, em geral, o casal específica o presente do chá de panela no convite. São utensílios para a cozinha e casa. Nada muito caro. Siga o que os noivos solicitarem, se for esse o seu caso de noivado e leve o presente. Lembre-se que é sempre muito educado colocar um cartão de felicitações no presente com seu nome. Se você vai fazer noivado, precisa saber as dicas de texto de convite de noivado.

Como devem ser os trajes dos convidados no noivado? Esse tipo de dúvida sempre aparece. Os próprios noivos são os responsáveis em deixar claro sobre a vestimenta dos convidados, evidenciando qual é a formalidade da festa de forma expressa e escrita no convite. Caso os noivos avisem de maneira mais informal (ligando, falando) e optem por algo mais informal, vista-se de forma mais informal.

No entanto, se o casal deixar claro uma certa formalidade por meio do convite de noivado (traje black tie, passeio completo, dentre outros), siga a orientação expressa pelo casal. Não há dúvidas e nem problemas com isso. E se você tiver alguma dúvida, não fique com vergonha de perguntar aos noivos. Isso não é nenhum problema! Não sabe como se comportar? Siga todas as dicas de etiquetas de casamento.

Agora você já sabe tudo que um convidado no noivado precisa saber! Celebre com os noivos.

12 respostas sobre a escolha dos padrinhos - site Delas - iG

Tem que chamar a mulher chata daquele tio querido? Quem entra com o amigo solteiro? Esclarecemos as dúvidas mais comuns das noivas

Fabiana Schiavon, especial para o iG São Paulo 07/02/2011 15:26

Escolher quem são as pessoas mais importantes da vida de um casal é uma tarefa árdua. Principalmente quando a família é grande e a lista de amigos, interminável. A etiqueta e a tradição pedem que os noivos decidam com o coração e bom senso, mas não raro casais se deparam com um problema maior que o controle do orçamento da festa na hora de escolher os padrinhos – e alguns deles encontram caminhos divertidos e criativos para sair de uma saia-justa.

A noiva Luciana Quinelo já começou com um problema: tudo para ela tem de ser de sete. Coisa de numerologia. Para não abrir mão de ninguém, formaram nove casais. Depois de solucionada a questão numérica, a conta do casal acabou com dois homens, solteiros e irmãos. Como o casal é conhecido por seu bom humor, não restou dúvida: os dois entraram juntos na igreja. “Foi a maior farra quando eles entraram. Alguns convidados ficaram perplexos e outros assoviando, fazendo bagunça”, conta Luciana. Os menos avisados achavam que os irmãos eram na verdade um casal gay, o que seria muita modernidade para uma cerimônia celebrada por um pastor de uma comunidade evangélica.

A noiva também enfrentou a dúvida mais comum: chamar ou não chamar a namorada (pouco conhecida) do amigo? “Eu não quis ter problemas e optei pela etiqueta, convidando todas as companheiras de nossos amigos”, conta.

A conta da nutricionista Camila Moraes Martins também não fechou. Muitos amigos e primos acompanharam a vida do casal. “Expliquei para alguns amigos que não tinha como chamar todos por conta dos familiares, que não podiam ficar de fora”, conta a noiva. Foram seis padrinhos de casa lado, número que teve de ser negociado com a igreja, que só permite quatro casais. “O padre até pediu para tirar a parte em que um dos padrinhos lê um trecho da Bíblia, senão a cerimônia ficaria muito longa”, explica.

Outra saia-justa são as promessas feitas anos antes do casamento. Camila acabou convidando uma amiga da faculdade porque tinha prometido, mas mal mantém contato com ela hoje. Para não sobrar amigos magoados, as especialistas recomendam sempre convidar quem está mais próximo e participante da vida dos noivos – afinal, esse é o significado real do convite.

Já o engenheiro Fernando Gobbi não deixou nenhum amigo ou parente na mão. Negociou também na igreja para ter seis casais. “Peguei também uma das vagas da minha mulher emprestada”, brinca o noivo. Eles só ficaram devendo na formação dos casais. “Para não ter de procurar um par para uma tia, o padre recomendou que ela entrasse sozinha, com uma Bíblia na mão”, conta. Eles tiveram que convencer a tia da ideia e ensaiar direitinho, mas tudo saiu conforme mandava o figurino.

Se você se identificou com alguma das histórias, talvez encontre mais de suas dúvidas nas 12 perguntas abaixo, respondidas pelas consultoras de etiqueta Carolina Bastos e Cintia Castaldi e pela consultora Carolina Alves de Lima, do Noivas On Line.

1. Qual é o número correto de padrinhos?
Não existe número correto, mas é preciso ter bom senso. Mesmo que o altar comporte bastante gente, ter mais do que quatro casais de cada lado é exagero. A entrada dos padrinhos e os cumprimentos no altar acabam demorando demais e tornando a cerimônia cansativa. Também é preciso saber se o tamanho do altar comporta um número grande de padrinhos. Para a consultora de etiqueta Cintia Castaldi, o ideal é escolher com consciência entre as pessoas mais próximas e queridas pelos noivos. Tenha isso em mente para desempatar a questão.

2. Os padrinhos têm de ser da família?
Não necessariamente. Podem ser amigos, mas o principal é que sejam próximos dos noivos e tenham acompanhado o relacionamento dos dois.

3. Qual o papel dos padrinhos?
Participar do relacionamento do casal e estar disponível para algum suporte, ajuda ou aconselhamento sempre que necessário.

4. Convidar mais amigos que parentes para padrinhos é uma gafe para a família?
Não. O que importa é que sejam pessoas que tenham proximidade e um significado especial na vida dos noivos.

5. Como fazer para que todas as madrinhas estejam lindas e elegantes no altar?
Hoje é perfeitamente aceitável que a noiva dê uma dica sutil dos trajes na hora do convite. Melhor ainda é contratar uma personal stylist para sugerir o modelo de vestido mais adequado a cada madrinha. Se isso não for possível, coloque-se à disposição para ajudá-la na escolha do look. A noiva também pode ficar à vontade para pedir que as madrinhas evitem decotes chamativos ou modelos muito rebuscados.

6. E quando as madrinhas se rebelam quanto à escolha da noiva sobre modelo e cor dos vestidos? Como lidar com a situação?
A noiva não deve necessariamente escolher o modelo que as madrinhas vão usar. Ela pode sugerir que as madrinhas avisem com antecedência as cores para que não haja repetição e o altar fique harmonioso.

7. O que fazer quando um dos casais convidados para padrinhos se separa antes do casamento?
Converse com os dois e peça que eles deixem seus problemas particulares de lado para honrar o compromisso. Se isso não der certo, é possível ainda substituir o casal, ou pelo menos uma das pessoas, o quanto antes.

8. Se um amigo de infância dos noivos acaba de começar um namoro: é obrigatório convidá-lo para padrinho junto com a nova namorada, que o casal mal conhece?
Não. Convide os dois para a cerimônia e a festa, mas apenas o amigo para ser padrinho do casamento. Os padrinhos não devem ser apenas figurantes no altar, mas pessoas queridas na vida dos noivos.

9. Como agir nos casos em que os noivos querem convidar um parente para padrinho, mas ele é casado com uma pessoa que não mantém relações harmoniosas com o resto da família?
Há a opção de não convidar o casal ou de substituir o lugar da madrinha por uma pessoa mais próxima, como a própria irmã do convidado. Se o parente em questão não aceitar a situação, cabe a ele recusar o convite.

10. Se sobram dois homens solteiros, eles podem entrar juntos na igreja?
O correto é encontrar uma madrinha para cada um deles. Se o casamento for realizado na igreja, deve-se respeitar as regras e orientações da mesma.

11. Padrinhos devem dar o presente mais caro?
Não existem regras para presentes, nem sobre o valor deles. O convite para ser padrinho de casamento é feito pela condição de afeto, amizade e proximidade ao casal.

12. Se um amigo ou familiar não convidado se sentir magoado, vale a pena convidá-lo em uma “segunda chamada”?
Não. Se você não o convidou antes é porque tem motivos pessoais para não convidá-los. Mantenha sua lista de convidados e curta seu casamento com quem você realmente quer que esteja ali.

Quando percebemos a mudança

Mudei de casa, de rotina, de cidade e de estado depois do casamento. No começo quando me perguntavam: como está a mudança?, eu não sabia bem como responder. Era como se eu ainda estivesse em um limbo, nem lá nem cá.

Os móveis começaram a chegar, decoramos a casa, guardamos nossas coisas e começamos a viver em nosso próprio lar. "E a mudança, como está?" era a pergunta que eu continuava a ouvir. "Está gostando?", completava o questionamento. Eu gosto da minha nova cidade, mas ainda não sabia dizer o que a mudança estava significando efetivamente na minha vida.

Talvez porque fui muitas vezes para São Paulo depois da mudança. Talvez porque ainda não tivesse caído a minha ficha que agora esta era a minha nova casa. Talvez porque leva um tempo mesmo. A verdade é que neste feriado eu percebi a mudança.

Meus pais, minha tia e o meu primo vieram nos visitar. Passamos um carnaval maravilhoso - com direito a churrasco, ida a Trindade, Pirenópolis e passeios pela cidade. Depois de dias maravilhosos, fomos levá-los ao aeroporto e, neste exato momento, percebi que eu não voltaria mais para a nossa "casa" em São Paulo. Sim, Goiânia era o meu novo lar.

Chorei muito! Foi um misto de grandes sentimentos, que iam da saudade até ao encontro da realidade. Não, a nova realidade não é ruim, mas é diferente. Um diferente bom, repleto de pessoas queridas e com grandes oportunidades a frente.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Como fazer um casamento chique e barato - Revista Época

Ficou fácil fazer uma cerimônia original e com charme, mesmo gastando pouco
Daniella Cornachione. Com Luiza Karan e Anna Carolina Lementy. Edição: Luciana Vicária

Casar custa pouco, quase nada, se as pessoas quiserem apenas morar juntas. Mas pode custar muito se quiserem tornar a ocasião inesquecível. “Em São Paulo, a despesa pode variar de R$ 5 mil a R$ 1 milhão”, diz Vera Simão, organizadora de casamentos há 30 anos. Um evento nos moldes tradicionais para 200 pessoas numa grande capital não sai por menos de R$ 50 mil. Mas isso é apenas parte da verdade. A outra parte é que ficou mais fácil fazer casamentos estilosos, charmosos e... baratos. “É possível economizar e, ao mesmo tempo, deixar a festa mais aconchegante, com a cara dos noivos”, afirma a decoradora Michele Navega, que tem um blog sobre “minifestas” de casamento. Depois de planejar a própria festa no ano passado, ela passou a decorar eventos alternativos.

Quando a cerimônia é menor, os noivos têm de se envolver mais com os preparativos. Michele desenhou os convites de seu casamento e economizou R$ 2 mil. Para reduzir as despesas sem correr o risco de fazer uma festa ruim, o casal deve analisar cada um dos três fatores que mais afetam o custo: local, decoração e lista de convidados. Pode-se economizar em cada um deles, com opções como casar numa casa, capela ou restaurante (mais baratos que igreja e salão de festas) e usar flores da estação, velas e mudas em vasos para criar a ambientação e servir de lembranças.

A ideia de minifesta de casamento, porém, vai além da economia. “É chique ter personalidade. Muitas vezes gasta-se uma fortuna, e os convidados não são bem recebidos”, afirma Vera. “Antes, um casamento pequeno podia ser visto como forma de gastar menos. Hoje, mostra que o casal quer mais intimidade”, diz Constance Zahn, consultora de imagem e dona de um site sobre festas de casamento.

AO AR LIVRE {R$ 8 MIL}
Numa cerimônia ao ar livre, feita de manhã ou à tarde, é normal gastar menos com decoração, comida e bebida (as pessoas bebem menos durante o dia). A cerimônia pode ser em um sítio de parente ou amigo. Celina Paiva e Maik Rabelo, de Fortaleza, no Ceará, casaram-se de manhã numa capela e fizeram a festa no pátio (foto acima). O espaço é alugado e tem uma parte coberta, onde ficaram os doces e o bolo. “queríamos todo mundo à vontade. Os homens não precisaram usar gravata, e as mulheres foram de vestido curto”, diz Celina.

EM CASA {R$ 10 MIL}

A ideia é fazer uma lista de convidados bem seleta e não gastar com decoração nem aluguel de espaço. Pode ser num imóvel da família ou de um amigo. Os noivos podem usar objetos da família para enfeitar a cerimônia. Os convidados e familiares costumam ficar mais à vontade em ambientes conhecidos. Renata e Leonardo Vargas, de Brasília, convidaram 60 pessoas para a festa, que aconteceu na casa da madrinha do noivo. Artista plástica, a anfitriã cuidou da decoração.

No restaurante {r$ 25 mil}
Usar um restaurante elimina ou reduz gastos com móveis, talheres, iluminação e decoração. O custo do espaço pode variar de zero a r$ 20 mil, dependendo do dia e do horário. Adriana e Eduardo Vitelli se casaram num bistrô, em São Paulo (foto acima). Gastaram r$ 25 mil com uma festa para 120 pessoas, com comida francesa. A noiva, que é designer gráfica, fez os convites, as lembrancinhas e está preparando o álbum de fotos. O noivo fez a seleção musical. Eles contrataram um operador de caixas de som. As fotos foram tiradas por um profissional amigo, que cobrou um valor simbólico.

O casamento da socióloga Elisa Colares, de 25 anos, e do músico e cientista político Rafael Castelo, de 28, de Brasília, foi em agosto do ano passado. A festa aconteceu num restaurante de comida nordestina. Não pagaram aluguel e contrataram um bufê que servia tudo, com entrada, sobremesa e bebidas. A noiva usou o vestido da mãe, e a banda de amigos do noivo (incluindo o próprio) tocou na festa. Com a economia, eles capricharam na decoração da igreja, que custou R$ 6 mil. Amigos e família participaram da preparação do evento. “Foi mais do que romântico, foi afetivo”, diz Elisa. “Todo mundo se envolveu com os detalhes da igreja e da festa.”

1
Dê prioridade a um item com o qual quer gastar mais: local, decoração, música ou comida.
2
O aluguel de um salão luxuoso pode custar R$ 30 mil. Um lugar bom mas sem fama pode custar um décimo desse valor.
3
Economizar com fotógrafo pode ser mau negócio. O registro do evento é muito importante. Foto e filmagem podem custar até R$ 15 mil. Avalie se há necessidade dos dois.
4
Não hesite em pedir ajuda a amigos e parentes. Talvez você conheça um bom músico, tenha uma tia que faz bolos divinos ou um tio com um carro antigo e estiloso para levar a noiva.
5
Recolha dicas com amigas e blogueiras fissuradas em casamentos
6
Explore o conceito de “faça você mesmo”. Convites, por exemplo, podem ser desenhados em casa, com a ajuda de programas da internet.
7
Há clubes de desconto com ofertas de serviços e produtos para casamentos, como o clubedocasamento.com.br.
8
Os detalhes farão diferença no custo final. Escolha flores da estação ou substitua flores por velas, pelo menos 20% mais baratas. Mudas em vasos enfeitam mesas e servem como lembranças simpáticas e baratas.
9
Casamentos de manhã e à tarde custam menos. Um coquetel com frios ou um brunch (refeição entre café da manhã e almoço) podem substituir o jantar.
10
Se quiser uma cerimônia religiosa, prefira uma capela a uma igreja. O aluguel cairá da ordem de milhares de reais para centenas.
11
Um erro comum é exagerar na comida. Se há muitos docinhos, encomende um bolo menor.

Fontes: Simone Tostes, Constance Zahn, Michele Navega, Vera Simão, Danielle Dahoui (Ruella Bistrot), Cristina Martins (restaurante Chakras) e Sammia Ferreira

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E não é que eu ainda te amo? - Revista Lola

"Casamento capaz de sobreviver durante anos & anos & anos? É coisa em extinção, mas existe. Casais longevos contam como, aos trancos e barrancos, mantiveram a vontade de ficar juntos"

A matéria publicada na Revista Lola, de fevereiro/2011, mostra que não existe uma fórmula mágica, mas conta quatro histórias que podem inspirar os casados a buscarem a uma longa união. Ou seja, é preciso ter coragem para "perceber que as pessoas mudam ao longo do tempo; logo, a convivência precisa ter suas regras revistas."

"Quartos separados, recomendo!" - Rosamaria Murtinho, 75 anos, casada há 51 anos com Mauro Mendonça, 78

"Bom é o respeito e a individualidade. E não esquecer os pequenos gestos..." - Nicette Bruno, 78 anos, casada há 57 anos com Paulo Goulart, 78

" Discutir a relação, sim" - Edison Paes de Melo, 68 anos, casado há quase 40 anos com a atriz Irene Ravache, 66.

Vale a pena comprar e ler estes "cases" de amor.

Coadjuvantes especiais - Site Noivas Rio de Janeiro

Sou apaixonada por criança. Para mim, são os serezinhos mais fofos do planeta! Sempre espontâneas, alegres e cheias de vida. Nos casamentos, daminhas e pajens têm um destaque muito especial.

Toda noiva curte a idéia de ter um altar bem cheio de crianças, mas é legal não exagerar. Gosto muito de dois casais e acho fofo quando são várias menininhas. Como são lindinhas! As roupas cheias de babados e as saias rodopiantes... Para elas, é como ser Cinderela por um dia.

Alguns detalhes são importantes. Por exemplo: convide crianças que já tenham um certo contato com você para que elas se sintam envolvidas com o casamento e entendam sua função. A idade é a partir de três anos. Crianças muito pequenas se assustam com a quantidade de pessoas, luzes, flashes e não entram. Claro que sempre tem aquela que surpreende. Se a criança for muito pequena, mas você fizer questão dela em seu cortejo, uma idéia é colocá-la no colo dos pais (quando padrinhos) ou então colocar uma dama maior para entrar de mão dada com ela. Assim pode dar certo.

A escolha da roupa varia de acordo com o tipo de cerimônia e com o horário. É papel da noiva arcar com as despesas. Para as meninas, a roupa não precisa e nem deve ser igual ao vestido da noiva e muito menos da cor da decoração da festa. Acho uma graça vestidinhos brancos com uma faixa de cor diferente. Se o casamento for de dia, escolha um modelo mais leve, de alcinhas ou mangas menores. Se for à noite, o modelo pode ser mais sofisticado, confeccionado com tecidos como tafetá e organza. Elas podem levar buquezinhos normais ou especiais (com uma argolinha, feito especialmente para levar as alianças), cestinhas de pétalas e até bonequinhas vestidas iguais a ela. Nos cabelos, um arco de flores naturais ou até mesmo uma presilha bonita. Se a dama for grande, mantenha a mesma cor da roupa das pequenas, mas opte por um modelo menos infantil. Os meninos, normalmente, seguem o traje dos homens. Se todos estiverem de meio-fraque, eles também deverão estar. Algumas noivas gostam de vestir os meninos com roupas de criança, mas é importante que a roupa seja clássica. Calça e blusa social ficam uma graça! Eles também usam lapelas, só que menores. E carregam nas mãos almofadinhas, ou até mesmo uma peça de família, normalmente em prata, com as alianças. Uma dica: deixem para escolher a roupa bem pertinho do casamento. Crianças crescem a uma velocidade enorme!

Fazer um ensaio com as crianças na semana do casamento é muito importante, para explicar como elas devem entrar e sair e, principalmente, onde elas vão ficar durante a cerimônia. O cortejo pode ser feito de variadas formas, não existe regra. Uma sugestão é fazer uma “escadinha”: os pequenos na frente e logo atrás os maiores.

Independentemente das escolhas que serão feitas, o importante é não forçar a entrada, caso algum pajem ou dama se recuse a entrar. Insistir pode atrapalhar todo o cortejo e, pior, traumatizar a criança.

Sabemos que a noiva tem o maior destaque no casamento, mas quem não fica fascinado com a espontaneidade de uma criança? Portanto, façam com que seus pequenos dêem um show antes de sua entrada e deixem seu casamento ainda mais especial. Sejam felizes!

Emanuelle Missura

E quando o pajem não entra?

Durante os preparativos do nosso casamento, muitas pessoas perguntavam apreensivas se o nosso pajem mais novo não desistiria na hora. O Cadu, apesar da pouca idade (3 anos), encarou numa boa a nave da Igreja. Porém, ontem, ouvi uma história de um pequeno pajem que não encarou a entrada.

Apesar do ensaio e todas as explicações, na hora o pequeno pajem de 3 anos e meio ficou muito tímido e desistiu. Mesmo com a promessa do presente que ganharia e do incentivo das pessoas ao seu redor, não encarou o desafio. A organizadora do casamento, rearranjou as crianças e um outro menino entrou com as alianças. Neste momento, ele começou a chorar e disse que queria ter entrado.

É muito complicado pressionar a criança a entrar. Aquele momento precisa ser descontraído e leve; por isso, eles precisam ficar tranquilos. Tivemos muita sorte com todos os pajens e daminhas, pois ninguém desistiu. Não precisamos prometer presentes e eles estavam se divertindo. A regra era só chegar até o altar e dar um beijo no tio Pablo.

Todos chegaram sorridentes, o que nos deixou extremamente felizes!

Não sei se há uma "fórmula mágica" para que as crianças não travem na hora. Negociar um presente, ensaiar antes, contar que haverá muitas pessoas olhando, mas que é só ir até lá na frente, pode ajudar.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Vamos oficializar!

Outro dia, recebi um email de uma amiga elogiando as fotos do meu casamento e pedindo indicação de fotógrafo. O motivo? Ela e o marido decidiram oficializar!

Eu adorei a novidade e fiquei muito feliz por eles! Afinal, eles já são casados, mas nada melhor do que fazer deste momento um ritual marcante.

Meu marido e eu moramos juntos alguns anos antes de nos casarmos. Ele já se sentia casado, mas concordou comigo que o ritual de passagem foi importante. Naquele momento, recebemos não só as bençãos de Deus - já que somos católicos e celebramos a nossa união na Igreja -, mas também a de todos os nossos amigos e familiares.